PROJETO VILLA LOBOS - DESTAQUE NO JORNAL DIÁRIO DE SÃO PAULO.

PROJETO VILLA LOBOS

Desenvolvimento de Projetos e Implantação de Sistemas Solares Fotovoltaicos - Total = 554,8 kWp, Cobertura de estacionamento> 450 kWp, Plataforma com tracking: 50 kWp, Cobertura do Predio Administrativo e Lanchonete: 48 kWp e Poste de iluminação: 6,8 kWp.

 

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Villa-Lobos é o primeiro parque do Brasil abastecido por energia solar

Com produção anual de 665 megawatts-hora (MWh), sistema atende estacionamento, lanchonete e área de esportes do parque

Qua, 18/01/2017 - 13h09 | Do Portal do Governo 

Uma combinação de economia de energia e preservação do meio ambiente. Este é o resultado do novo projeto instalado nos Parques Villa-Lobos e Cândido Portinari, ambos na zona oeste da capital.

Liderado pela Cesp – Companhia Energética de São Paulo, o projeto consumiu R$ 13 milhões na construção de uma microcentral de nove quilowatts-pico (kWp) e na instalação de 40 postes que geram a própria luz no Villa-Lobos, além da cobertura de 264 vagas para veículos com mais de 3 mil placas de captação de energia solar no estacionamento do Parque Cândido Portinari. É o maior projeto de mini geração solar distribuída em um parque do Brasil.

O sistema tem capacidade de produção anual de 665 megawatts-hora (MWh) e foi dimensionado para atender a demanda do estacionamento, lanchonete e área de esportes do parque.

A energia gerada pelas plantas fotovoltaicas atenderá todo o consumo dos dois parques tornando-os autossustentáveis e gerará um excedente que será cedido à Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo para uso em suas instalações.

O projeto conta com a participação das empresas RTB Energias Renováveis, AES Eletropaulo, além do apoio das Secretarias de Energia e Mineração e do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.

Mesmo autossuficiente o parque continua conectado à rede de fornecimento de energia elétrica da AES Eletropaulo, no chamado sistema de compensação. No momento em que não houver a produção de energia, como, por exemplo, a noite ou em dias com forte nebulosidade, os parques serão abastecidos pela eletricidade da rede.

 

09/01/2017

Villa-Lobos é o primeiro parque do Brasil a ser totalmente abastecido por energia solar

Fonte: Secretaria de Energia e Mineração

As plantas fotovoltaicas instaladas no Parque, compõem um projeto de P&D referente a chamada estratégica da ANEEL

Usina solar instalada no estacionamento do Parque Cândido Portinari, ao lado do Parque Villa-Lobos, na Capital paulista

Em 2017, os Parques Villa-Lobos e Cândido Portinari, localizados na zona oeste da Capital, serão totalmente abastecidos por energia solar. O projeto, idealizado pela Secretaria de Energia e Mineração e executado pela Cesp – Companhia Energética de São Paulo, conta com o valor de R$ 17 milhões, investidos pelos parceiros do projeto e que estão sendo empregados na realização de pesquisas na área fotovoltaica.

Neste projeto está incluído a implementação de quatro trakings, dois móveis e dois fixos, com potencial de 10 kilowatts pico (KWp), uma estação solarimétrica na cobertura da lanchonete de 10 KWp  e  implantação de 40 postes que geram a própria luz no Villa-Lobos.

A instalação principal do projeto é uma minicentral fotovoltaica de 531 kWp, localizada em um bolsão do estacionamento do Parque Cândido Portinari onde 2.095 módulos fotovoltaicos realizam a cobertura de 264 vagas totalizando 3.400 metros quadrados. O projeto de pesquisa e desenvolvimento corresponde a uma chamada de pesquisa e desenvolvimento da ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica e totaliza um potencial de geração de 551 KWp. 

Esse é o maior projeto de mini geração solar distribuída em um parque do Brasil. O sistema tem capacidade de produção anual de 665 megawatts-hora (MWh) e foi dimensionado para atender a demanda do estacionamento, lanchonete e área de esportes do parque.

A energia gerada pelas plantas fotovoltaicas atenderá todo o consumo dos dois parques tornando-os autossustentáveis.

Mesmo autossuficiente o parque continua conectado à rede de fornecimento de energia elétrica da AES Eletropaulo, no chamado sistema de compensação. Isso porque os Parques consomem a energia solar no momento em que ela é gerada e fornecem para a rede o seu excedente. No momento em que não houver a produção de energia, como, por exemplo, a noite ou em dias com forte nebulosidade, os parques serão abastecidos pela eletricidade da rede.

O empreendimento foi desenvolvido com a finalidade de estudar os aspectos regulatório, econômico, técnico e comercial da energia solar. Além da obtenção de dados de geração fotovoltaica para pesquisas acadêmicas e a autossuficiência dos parques, o projeto pretende propagar o uso de energia fotovoltaica entre os visitantes, demonstrando que geração de energia solar é amigável ao meio ambiente e pode se integrar com as instalações urbanas.

O projeto conta com a participação das empresas RTB Energias Renováveis, AES Eletropaulo, AES Tietê, Foz do Rio Claro e Ijuí Energia, além do apoio das Secretarias de Energia e Mineração e do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.

São Paulo e as energias renováveis

São Paulo vem ampliando sua importância na geração de energia fotovoltaica. A primeira usina do Estado é a de Tanquinho, no município de Campinas, com potência de 1.082 quilowatts-pico (KWp) e capacidade de gerar 1,6 GWh por ano. A segunda usina fotovoltaica está na Universidade de São Paulo – USP, na capital paulista.

O Estado também conta com empreendimentos que estão sendo instalados em Dracena e Guaimbê com potência de 270 MWp. Existem ainda em São Paulo, conectados ao sistema, 711 empreendimentos de micro e mini geração distribuída.

A Cesp também realiza um projeto piloto na cidade de Rosana. Trata-se da primeira usina fotovoltaica com sistema flutuante do Brasil e utiliza tecnologia de placas flexíveis e rígidas estando localizada na usina Porto Primavera. O projeto recebeu investimento de aproximadamente R$ 23 milhões e consiste na instalação de duas plantas com painéis solares rígidos de 250 quilowatts (kW) em terra e 25 kW em sistema flutuante, e outras duas plantas com painéis solares flexíveis com 250 kW em terra e 25 kW em sistemas flutuantes. Além das instalações existentes está em fase de implantação uma minicentral heliotérmica de energia, com utilização de espelhos parabólicos.

O Levantamento do Potencial da Energia Solar Paulista, estudo conduzido pela Secretaria de Energia e Mineração do Estado de São Paulo, aponta uma geração estimada de 12 milhões MWh/ano, suficiente para abastecer 4,6 milhões de residências. O estudo demonstra que São Paulo tem potencial instalável solar de 9.100 MWp e as regiões que mais se destacam no Estado são Araçatuba, Barretos e Rio Preto.

Micro e Mini Geração
Começou a valer em 2016 a nova norma da Aneel que estabelece o sistema de compensação de energia elétrica e permite que o consumidor instale sistemas como o solar fotovoltaico, microturbinas eólicas ou outra renovável e troque a energia com a distribuidora local. Agora está autorizado a microgeração distribuída com potência instalada de até 75 kW e minigeração distribuída com potência de 75 kW até 5 MW, sendo que a hídrica poderá chegar até 3 MW.

O aumento do prazo dos créditos dos consumidores aumentou de 36 para 60 meses e poderão ser utilizados para abater o consumo de unidades do mesmo titular situadas em local diferente de onde se encontra o sistema de geração desde que dentro da mesma área da concessionária.

Outra novidade é a geração compartilhada, onde diversos interessados podem se unir em consórcio ou cooperativa para a instalação de um sistema com o objetivo de reduzir a conta de energia. Há ainda a possibilidade de instalação de sistemas de geração em condomínios onde a energia poderá ser repartida entre os condôminos em porcentagens definidas pelos próprios consumidores.

Os procedimentos para a instalação foram simplificados com formulários padrão para a solicitação e a distribuidora teve o prazo de conexão para essas usinas, reduzido. Agora os sistemas de até 75 kW têm até 34 dias para a conexão ante os 82 dias anteriormente previstos.

Incentivo ao setor
Em 2015, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, publicou dois decretos que incentivam a produção de energia elétrica por micro e minigeradores e de peças para os setores de energia solar e eólica.

O decreto nº 61.439/2015 concede isenção de ICMS sobre a energia elétrica fornecida para microgeradores e minigeradores na quantidade correspondente à energia elétrica injetada na rede de distribuição. Já o decreto nº 61.440/2015, concede isenção de ICMS para a produção de equipamentos destinados a geração de energia eólica e solarimétrica. A medida isenta o ICMS das partes e peças de aerogeradores, geradores fotovoltaicos e torres para suporte de energia eólica.

Também estão contemplados pela medida os conversores de frequência de 1.600 kVA e 620 volts; fio retangular de cobre esmaltado de 10 por 3,55 milímetros e barra de cobre 9,4 por 3,5 milímetros.

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6/05/2017

Alckmin inaugura usina solar que abastecerá os parques Villa-Lobos e Cândido Portinari

Fonte: Secretaria de Energia e Mineração

Projeto é o primeiro do Brasil a ser instalado em parque público

O governador Geraldo Alckmin inaugurou nesta sexta-feira, 26 de maio, a primeira usina solar do país instalada em um parque público. Desde o início do mês, os Parques Villa-Lobos e Cândido Portinari, localizados na zona oeste da Capital, estão sendo abastecidos por energia solar.

“São Paulo é tema de energia renovável. Temos biomassa, bioenergia, hidroeletricidade, a cadeia produtiva da indústria eólica e energia solar com mais um belo exemplo de usina fotovoltaica, desta vez em um parque público. Além da sustentabilidade e da importância para o meio ambiente esta usina irá economizar 270 mil reais por ano. É um ganha-ganha”, disse Alckmin.

O projeto, idealizado pela Secretaria de Energia e Mineração, foi executado pela Cesp – Companhia Energética de São Paulo e contou com o apoio da Secretaria do Meio Ambiente, além de empresas privadas. O investimento de R$ 17 milhões, destinado à construção da planta e realização de pesquisa na aérea de energia fotovoltaica, foi aportado pela Cesp e parceiros por meio do programa de pesquisa e desenvolvimento da Aneel – Agência Nacional de Energia Elétrica, vinculada ao Ministério de Minas e Energia.

“Essa é a marca do governo Geraldo Alckmin: inovação, sustentabilidade e redução de despesas. Além desta usina solar, na Capital, estamos fazendo na cidade de Rosana um Complexo de Energias Renováveis do Futuro com solar flutuante, painéis fotovoltaicos flexíveis, torre eólica e energia heliotérmica. Todas conectadas à hidrelétrica de Porto Primavera”, destacou o secretário de Energia e Mineração, João Carlos Meirelles.

A principal instalação do projeto é uma minicentral fotovoltaica de 531 quilowatts-pico (kWp), localizada em um bolsão do estacionamento do Parque Cândido Portinari, onde 2.095 módulos fotovoltaicos realizam a cobertura de 264 vagas totalizando 3.400 metros quadrados. Além da usina, foram instaladas uma estação solarimétrica, uma microcentral de 9 kWp e 40 postes que geram a própria luz.

Esse é o maior projeto de mini geração solar distribuída em um parque do Brasil. O sistema tem capacidade de produção anual de 665 megawatt-hora (MWh) e foi dimensionado para atender a demanda do estacionamento, lanchonete e área de esportes do parque.

A energia gerada pelas plantas fotovoltaicas passou a atender em maio de 2017 os dois parques. Somados, Villa-Lobos e Cândido Portinari consomem mensalmente cerca de 55 MWh, o que representa um custo anual de aproximadamente R$ 390 mil. Com a implantação da usina solar, os parques terão uma redução de cerca de 70% do valor da conta de luz, o que representa a economia de R$ 270 mil para os cofres públicos.

Mesmo com essa produção de energia elétrica, o parque continua conectado à rede de fornecimento da AES Eletropaulo. Isso porque, no momento em que não houver a produção de energia, seja no horário noturno ou em dias com forte nebulosidade, os parques serão abastecidos pela eletricidade da rede, o que é conhecido como sistema de compensação de energia.

O empreendimento foi desenvolvido com a finalidade de estudar os aspectos regulatório, econômico, técnico e comercial da energia solar. Além da obtenção de dados de geração fotovoltaica para pesquisas acadêmicas, o projeto pretende propagar o uso de energia fotovoltaica entre os visitantes, demonstrando que a geração de energia solar é amigável ao meio ambiente e pode se integrar com as instalações urbanas.

A Cesp administrará a usina até novembro deste ano, quando se encerra o projeto de P&D da Companhia junto à Aneel. A partir de dezembro a administração da usina passará para a Secretaria do Meio Ambiente, responsável pelos Parques Villa-Lobos e Cândido Portinari.

O projeto conta com a participação das empresas RTB Energias Renováveis, AES Eletropaulo, AES Tietê, Associação do Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico, Engre Energias Renováveis, Foz do Rio Claro e Ijuí Energia, além do apoio das Secretarias de Energia e Mineração e do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.

Potencial paulista

O Levantamento do Potencial da Energia Solar Paulista, estudo conduzido pela Secretaria de Energia e Mineração do Estado de São Paulo, aponta um potencial de geração estimada de 12 milhões MWh/ano, suficiente para abastecer 4,6 milhões de residências. O estudo demonstra que São Paulo tem potencial a ser explorado de 9.100 MWp e as regiões que mais se destacam no Estado são Araçatuba, Barretos e Rio Preto.

A energia solar fotovoltaica vem crescendo fortemente nos últimos anos no Estado de São Paulo. Atualmente, são 2.112 instalações em casas, comércios, indústrias, entre outros, com potência instalada de 11,15 MW. Crescimento de 6.000% na potência instalada em relação a 2014.

Principais projetos em São Paulo

São Paulo vem ampliando sua importância na geração de energia fotovoltaica. A primeira usina do Estado é a de Tanquinho, no município de Campinas, com potência de 1.082 quilowatt-pico (kWp) e capacidade de gerar 1,6 gigawatt/hora (GWh) por ano. A segunda usina fotovoltaica está na Universidade de São Paulo – USP, na capital paulista e foi desenvolvida pela ISA/CTEEP em conjunto com a Cesp.

O Estado também contará com empreendimentos que serão instalados pela iniciativa privada em Dracena e Guaimbê com potência de 270 megawatt-pico (MWp).

A Cesp também realiza um projeto piloto na cidade de Rosana. Trata-se da primeira usina fotovoltaica com sistema flutuante do Brasil e utiliza tecnologia de placas flexíveis e rígidas localizada na usina Engenheiro Sérgio Motta – Porto Primavera. O projeto recebeu investimento de aproximadamente R$ 23 milhões e consiste na instalação de duas plantas com painéis solares rígidos de 250 quilowatts (kW) em terra e 25 kW em sistema flutuante, e outras duas plantas com painéis solares flexíveis com 250 kW em terra e 25 kW em sistemas flutuantes. Além das instalações existentes está em fase de implantação uma turbina eólica e uma minicentral heliotérmica de energia, com utilização de espelhos parabólicos.

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PROJETO PORTO PRIMAVERA - TORRES EÓLICAS

Desenvolvimento de Projeto e Implantação de Torres Eólicas na Usina Hidrelétrica de Porto Primavera.

 

 

 

Hidrelétrica de Porto Primavera inicia primeiros testes com geradores de energia eólica no Estado de São Paulo

Torres com 30 metros de altura e pás de 10 metros de comprimento fazem parte de projeto desenvolvido pela Cesp, com o apoio da Secretaria Estadual de Energia e Mineração.


 
Torres possuem 30 metros de altura e pás de 10 metros de comprimento (Foto: Secretaria de Energia e Mineração/Divulgação)Torres possuem 30 metros de altura e pás de 10 metros de comprimento (Foto: Secretaria de Energia e Mineração/Divulgação)

Torres possuem 30 metros de altura e pás de 10 metros de comprimento (Foto: Secretaria de Energia e Mineração/Divulgação)

Em comemoração à Semana do Meio Ambiente, o governo do Estado de São Paulo iniciou nesta sexta-feira (9) a fase de testes dos dois primeiros geradores de energia eólica do Estado instalados na área da usina hidrelétrica de Porto Primavera, localizada no município de Rosana, na região de Presidente Prudente.

Cada aerogerador tem capacidade para gerar 100 quilowatts (kW). As torres, que possuem 30 metros de altura e pás de 10 metros de comprimento, fazem parte de um projeto que vem sendo desenvolvido pela Companhia Energética de São Paulo (Cesp), com o apoio da Secretaria Estadual de Energia e Mineração.

“São Paulo conta com uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo e a entrada em operação dessas torres eólicas darão ao governo paulista novos estudos e informações sobre o comportamento dessa energia no Estado, o que possibilitará incentivarmos sua expansão de maneira mais efetiva”, disse o secretário de Energia e Mineração, João Carlos Meirelles.

Os geradores eólicos fazem parte de um amplo projeto de pesquisa e desenvolvimento dentro do programa de pesquisa e desenvolvimento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e visam a estudar a complementaridade energética das fontes solar, eólica e hidráulica.

Consumo interno

 

A fase de testes elétricos e mecânicos deve durar aproximadamente 20 dias. Os geradores eólicos produzirão cerca de 620 megawatts-hora (MWh) por ano e essa energia elétrica será utilizada no consumo interno da usina de Porto Primavera, que fica instalada no Rio Paraná, na divisa entre os estados de São Paulo e do Mato Grosso do Sul.

“A implantação de centrais fotovoltaicas e eólicas junto a usinas hidrelétricas existentes apresenta vantagens devido ao espaço físico e infraestrutura de transmissão no local, o que pode propiciar uma redução significativa no custo da energia gerada”, explicou o subsecretário de Energias Renováveis, Antonio Celso de Abreu Júnior.

Nesse conjunto, o reservatório da usina hidrelétrica é utilizado para estabilizar a produção das centrais solar e eólica.

Ao todo, o projeto de uso complementar das energias solar e eólica à energia hidrelétrica possui 54 meses de duração e sua conclusão está prevista para agosto de 2018 com um custo estimado de R$ 31 milhões, contabilizando o projeto de pesquisa, compra dos equipamentos, instalação e manutenção. Apenas o projeto eólico representa R$ 8,3 milhões do valor total.

Além das usinas solares e eólicas, estão em funcionamento uma estação solarimétrica e uma estação anemométrica que completam o projeto de P&D.

 
Cada aerogerador tem capacidade para gerar 100 quilowatts (kW) (Foto: Secretaria Estadual de Energia e Mineração/Divulgação)Cada aerogerador tem capacidade para gerar 100 quilowatts (kW) (Foto: Secretaria Estadual de Energia e Mineração/Divulgação)

Cada aerogerador tem capacidade para gerar 100 quilowatts (kW) (Foto: Secretaria Estadual de Energia e Mineração/Divulgação)

 

Usinas solares

 

Dentro do projeto de pesquisa e desenvolvimento, foi iniciada na área da usina de Porto Primavera, no final de 2016, a operação da primeira usina fotovoltaica do Brasil a utilizar a tecnologia de placas flexíveis e rígidas em sistema flutuante.

O projeto, iniciado em maio de 2014, recebeu investimento de R$ 23 milhões da Cesp e consiste na instalação de duas plantas com painéis solares rígidos de 250 quilowatts (kW) em terra e 25 kW em sistema flutuante, e outras duas plantas com painéis solares flexíveis com 250 kW em terra e 25 kW em sistemas flutuantes.

 
Torres ficam na área da usina hidrelétrica de Porto Primavera, em Rosana (Foto: Secretaria Estadual de Energia e Mineração/Divulgação)Torres ficam na área da usina hidrelétrica de Porto Primavera, em Rosana (Foto: Secretaria Estadual de Energia e Mineração/Divulgação)

Torres ficam na área da usina hidrelétrica de Porto Primavera, em Rosana (Foto: Secretaria Estadual de Energia e Mineração/Divulgação)

 

Potencial

 

O Estado de São Paulo tem um potencial de aproximadamente 13 mil GWh, tendo um fator de capacidade médio de 31,3%.

Os valores foram calculados a uma altura de 100 metros, considerando restrições pertinentes e velocidades de vento acima de 6,5 metros por segundo, ocupando uma área de 1.134 Km². Se forem consideradas todas as áreas com velocidades acima de 6 metros por segundo, esse potencial de geração subiria para cerca de 72 mil GWh, com fator de capacidade médio de 26,6%.

 
Torres ficam na área da usina hidrelétrica de Porto Primavera, em Rosana (Foto: Secretaria Estadual de Energia e Mineração/Divulgação)Torres ficam na área da usina hidrelétrica de Porto Primavera, em Rosana (Foto: Secretaria Estadual de Energia e Mineração/Divulgação)

Torres ficam na área da usina hidrelétrica de Porto Primavera, em Rosana (Foto: Secretaria Estadual de Energia e Mineração/Divulgação)

 
Torres ficam na área da usina hidrelétrica de Porto Primavera, em Rosana (Foto: Secretaria Estadual de Energia e Mineração/Divulgação)Torres ficam na área da usina hidrelétrica de Porto Primavera, em Rosana (Foto: Secretaria Estadual de Energia e Mineração/Divulgação)

Torres ficam na área da usina hidrelétrica de Porto Primavera, em Rosana (Foto: Secretaria Estadual de Energia e Mineração/Divulgação)